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A Secretaria do Trabalho, Emprego e Economia Solidária fará no dia 10 de dezembro o lançamento do Plano Estadual de Segurança Alimentar. O documento delineia as estratégias públicas para promover o direito à alimentação adequada, assegurar a produção, fortalecer a agricultura familiar, o abastecimento e o atendimento às populações em situação de vulnerabilidade. No lançamento do plano, está confirmada a presença do secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Arnoldo de Campos.

Segundo o secretário Luiz Claudio Romanelli, a Secretaria do Trabalho está pactuando com o MDS e o Consea Nacional e também na esfera estadual, a realização do encontro estadual de SAN preparatório para a Conferência Nacional +2.

“ Este ano foi extremamente produtivo em relação à política de segurança alimentar e nutricional. Realizamos duas rodadas de oficinas em todo o Estado para tratar da adesão dos municípios paranaenses ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) e o plano estadual foi finalizado, com participação do Consea e entidades da sociedade civil organizada. No começo do ano, pretendemos realizar o encontro, que vai escolher os representantes paranaenses à Conferência Nacional + 2 que acontece em 2014 ”, explica.

Romanelli diz que um dos compromissos fundamentais do governo do Paraná é a implantação de políticas públicas de redução da miséria, combate à pobreza e garantia de acesso à alimentação adequada a todos, especialmente às pessoas em situação de risco social. “ O plano é resultado do diálogo e da integração entre governo e a sociedade, com participação através dos encontros regionais e das propostas oriundas da Conferência Estadual ”, explica.

Para Romanelli, que também preside a Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional- Caisan, o principal desafio em relação às política de segurança alimentar é integrar e articular os esforços entre as várias áreas do governo e da sociedade civil para formular, implementar e monitorar essa política de forma intersetorial.

“A segurança alimentar e nutricional é responsabilidade coletiva e deve ser buscada de forma participativa, para garantia do direito à alimentação adequada e da soberania alimentar. Em relação a outros Estados estamos bem avançados na formação dos conselhos municipais. Queremos que todos os municípios tenham conselhos constituídos. A importância dos conselhos está no seu papel de fortalecimento da participação democrática da população na formulação e implementação de políticas públicas”, afirma.

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