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O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli reafirmou, durante discurso na tribuna nesta terça-feira (27), o compromisso de debater com a comunidade escolar sobre eventuais fusões de escolas estaduais.

“O governo não fechará escolas. A Secretaria de Educação está estudando alternativas para cada uma das comunidades escolares, a fim de que não haja nenhum prejuízo aos alunos. Há situações específicas em função duma redução muito forte da demanda em algumas escolas. Em outras, o governo paga aluguéis altíssimos, de R$ 28 mil, R$ 25 mil e há escolas próximas que podem absorver esses alunos. A análise está sendo feita com muito critério e racionalidade e haverá audiências públicas em todas as escolas”, disse

O líder do governo analisou que o debate sobre as escolas exige equilíbrio, serenidade e responsabilidade. “Alguns parlamentares querem fazer um debate sem profundidade ou inteligência. Estão disseminando desinformação. Apenas levando em conta o lado emocional. Têm o único objetivo de desgastar a imagem do governador. Essa discussão não passou pelo governador. Está sendo conduzida pelas superintendências da Secretaria de Educação e pela secretária Ana Seres”, afirmou.

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Ele lembrou que nesta terça-feira (27), a Superintendente da Seed e a Superintendente de Desenvolvimento Educacional (Sude) estiveram em Irati, nas escolas Pio 12 e São Vicente, debatendo com a comunidade escolar. “O proprietário de um dos prédios, alugado pelo governo, por R$ 28 mil, durante 40 anos não investiu em nenhuma reforma. A escola está literalmente caindo aos pedaços. Um particular comprou o edifício- que precisa urgente de reparos- que o governo não pode fazer. Vamos analisar racionalmente e chegar a melhor solução que atenda ao município , aos pais, alunos, professores e funcionários.

Romanelli lembrou que os parlamentares não podem ter um compromisso com a mediocridade. “Nós temos que ter coragem de poder tratar o tema com a responsabilidade de uma política pública, com diálogo, debate e aprofundamento. Não haverá qualquer mudança sem que a comunidade escolar seja ouvida. Essa é a nossa postura, de debater permanente. O diálogo tem que prevalecer sobre o obscurantismo da prepotência”, disse.

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