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A Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutriconal, o Departamento de Segurança Alimentar da Secretaria e o Escritório Regional de Curitiba da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária, está realizando, nesta sexta-feira (25) a 2º rodada da oficina de formação em segurança alimentar e nutricional. O objetivo do encontro é qualificar as lideranças e gestores da administração pública municipal sobre a Política de Segurança Alimentar e Nutricional e de construírem as instâncias do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional.

O secretário estadual do Trabalho e presidente da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional, Luiz Claudio Romanelli fez uma explanação da política de segurança alimentar e nutricional no Estado, ressaltando os programas Compra Direta, Leite das Crianças e o da Alimentação Escolar como fundamentais no combate a insegurança alimentar. “Não faz muito tempo em que pessoas e até famílias inteiras passavam de casa em casa pedindo alimento, hoje essa situação mudou graças aos programas de combate à fome e a desnutrição. São programas estruturantes desenvolvidos pelo governo federal em parceria com os estados e municípios que garantem a alimentação todos os dias na mesa de quem mais precisa”, explicou Romanelli.

Ele disse ainda que o Paraná precisa se reelaborar com relação às compras institucionais de alimentação. “Nós precisamos ter como meta, mesmo que seja difícil, que 100% por cento das compras institucionais de alimentos feitas pelo governo estadual sejam de alimento in natura da agricultura familiar, como forma de consolidar de vez a política de segurança alimentar em nosso Estado, garantindo o direito a alimentação adequada e em quantidade suficiente a todos os cidadãos”.

Para a representante do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Silvia Rigon, as oficinas de formação realizadas em todas as regiões do Paraná são fundamentais para estruturar o Sistema nas três esferas. “Precisamos começar pelos municípios a construção do Sistema de SAN, com a criação dos conselhos municipais, das câmaras intersetoriais, a realização das conferências – o que ainda não acontece na maioria dos municípios. Todos esses fatores, quando existirem de fato, serão a base do sistema. Uma vez o sistema formado, todos os programas de San deixarão de acontecer de forma isolada e passaram a integrar as políticas de San desse sistema.”, explicou Silvia.

Elcio de Souza Magalhães, representante da Caisan Nacional falou sobre a importância de difundir o Sistema que abrange várias outras secretarias, como a assistência social, educação e agricultura. “Esse sistema tem como objetivo o combate a fome, a insegurança alimentar, todas as ações, políticas e programas fazem parte desse sistema. Levar ao conhecimento de todos os cidadãos, lideranças e gestores municipais é fundamental para a consolidação do sistema”.

Ao todo 110 representantes das Comissões Regionais de Segurança Alimentar e Nutricional (Coresan) de Curitiba, Região Metropolitana, Litoral e Vale do Ribeira participam da oficina com palestras, debates e trabalho em grupo.

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